Quando conversamos com empreendedores, gestores e dirigentes empresariais,
alguns conceitos são de muito mais fácil compreensão. Ainda que cada um tenha um
perfil e uma política de gerenciamento, alguns preceitos são essenciais e adotados
pela grande maioria.
Em termos de viabilidade operacional e comercial, cada empresário pode definir se
opera com recursos próprios, ou de terceiros, em que linha de crédito capta recursos,
ou quais estratégias adota, de acordo com sua expectativa de crescimento, em
detrimento dos custos envolvidos. De toda forma, em qualquer circunstância, o
elemento risco precisa ser avaliado.
Independente do porte da organização, um elemento parece permear a maioria dos
empreendedores sérios do país: a intenção de deixar um legado! Sim, a empresa não é
apenas um negócio ou uma forma de sobrevivência. É mais. Representa a
possibilidade de deixar sua marca, sua história. Boa parte das organizações leva o
sobrenome de seus fundadores, a empresa é ele próprio e sua família.
Como garantir, portanto que a empresa e as famílias sobrevivam ao
empreendedor/fundador? Como proteger o patrimônio pessoal e das empresas, ainda
que seu alicerce deixe de estar no comando das operações?
Post extraído do blog Opiniático Reflexivo em 29/03/2026 às 21:19
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