Há quem diga que a crise nos fortalecerá, que estaremos mais fortes quando a vida
voltar ao normal. Depende. /o:p
Essa crise colocou as pessoas em casa, tornou contratos mais lenientes e permissivos,
e tem (atirem-me as pedras) tornado as pessoas mais moles. O estresse parece, mais
uma vez, estar especialmente nos empresários, pequenos empreendedores e
autônomos, que receberam uma bigorna na cabeça
vinda do Além. Ou melhor, da China./o:p
Para empregados de grandes empresas e, sobretudo,
funcionários públicos, parece-me que a crise tem sido
uma grande possibilidade de férias em família.
Obviamente, toda generalização tende a ser injusta, fato.
Mas, ela é ilustrativa, provocativa, e, sobretudo, reflexiva./o:p
Penso que as empresas devem esticar a corda neste momento, aquecer as fornalhas,
colocar seus empregados para estudarem, estabelecer metas ainda mais duras de
formação e de conhecimento, fazer tudo que é importante, que normalmente fica para
ser tratado apenas quando passa a se tornar urgente. É na beira do abismo, que ficam
as árvores mais fortes. Ventos fracos, não fazem bons marinheiros!/o:p
Zig Ziglar, palestrante americano, dizia a vida é dura, mas, pode ser fácil se você for
duro com ela!. Brilhante! /o:p
Não é fácil ser duro com a vida, com os empregados, com a família. Realmente não é
nada fácil, porque somos programados para buscar o conforto. O conforto nos
matará!/o:p
Atenção, a crise só nos fará mais fortes se mantivermos ou aumentarmos nossa
intensidade! Sem fisioterapia, reforço muscular, estaremos irremediavelmente
atrofiados./o:p
Post extraído do blog Opiniático Reflexivo em 29/03/2026 às 21:19
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